Categoria: Crônicas

Diminuir o consumo de carne é auto empoderamento

Para dar aquele pontapé inicial àqueles que estão dispostos a se auto empoderar através da alimentação, o Cebola está trazendo toda semana uma série de textos para encorajar os leitores a romperem com a indústria que vende facilidades perigosas, pois há uma real necessidade de mudarmos nossos hábitos alimentares para alcançarmos uma nutrição consciente.

Sempre há o que melhorar, e deixar de pensar a respeito do que comemos deveria ser um problema de saúde pública. Um problema que vai além do nosso tempo, que está comprometendo os solos, águas e a as gerações futuras.

O tema de hoje é a Segunda sem Carne e o empoderamento que advém daí. 

Se você está disposto a assumir as rédeas da sua alimentação, independente de estar ou não buscando o vegetarianismo, venha com a gente!

Nosso objetivo é mostrar que mesmo diminuindo a carne você ainda continua bem alimentado, e que um bom prato repleto das possibilidade que o mundo vegetal oferece pode sim ser uma delícia!

Lembrando que toda semana o Cebola publica receitas e textos para alavancar a busca por uma  alimentação mais ampla e menos industrializada.

Quem vem? Cozinhar muda o mundo!

Pense fora da caixa

O auto empoderamento através da alimentação começa quando nos questionamos:

O que realmente estamos comendo todos os dias?

Como a comida ingerida pode influenciar o corpo e bem-estar?

Será que aquela fome que a gente sente de 3 em 3 horas pode ser emocional?

Por que estamos condicionados a comer carne?

O que há debaixo das cortinas da indústria que incentiva o consumo excessivo da proteína animal e induz crianças e adultos através de propagandas massivas?

Por que a gente se alimenta todos os dias sem parar pra pensar nas consequências do que comemos?

De onde vem o mito de que cozinhar em casa é trabalhoso?

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Cafezinho

“Café é emoção. Café é a lembrança dos melhores dias da convivência com os pais e irmãos, é herdar hábitos, é carregar princípios. Os dias mais duros de qualquer vida tiveram o consolo de um café. Os dias mais alegres de qualquer vida tiveram a recompensa de um café.

No gole de um café, existe uma correnteza de cenas de amizade, de ternura, de conselhos, de apoio e de juramentos.

Café lembra receber visita, casa cheia, sobremesa. Café estende o tempo para um pouquinho mais tarde.

Café engana os horários, os prazos, os compromissos. Ainda mais se é um cafezinho. Ele se faz de pequeno e inofensivo para deixar as emoções ainda maiores.

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No açougue

Fui ao açougue comprar carne para fazer um burger. Eis que me deparo com um nutricionista disfarçado de açougueiro:

– Moço, me vê um quilo e meio de fraldinha moída, por favor?
– Essa carne não é pra moer não
– Como assim?
– A gente não mói essa carne

– Causadique?
– Ora, tem muita gordura

– Mas eu gosto da gordura

– Mas você conhece a fraldinha? Tem muita gordura

– Conheço sim senhor. Quero pra fazer hambúrguer, tem que ter gordura mesmo

– Mas a fraldinha tem MUITA gordura. Aposto que cê nunca viu fraldinha

– Eu faço hambúrguer toda semana, moço. Toooda semanaaaaa eu compro fraldinha moída. Conheço de longe.

– Mas essa, ah, essa tá gorda. Você tem certeza que não quer levar acém? E o regime?

– MAS EU NÃO TÔU DE REGIME, MEU DELZZZZZZZZZZZZ

– A gente tem patinho também

– MOÇO, ME DÁ ESSA CARNE OU ME FALA LOGO QUE VOCÊ NÃO QUER ME VENDER

– Se quer sair do regime, né, fazer o que?

– Não tô de regime, moço!!

– Se eu fosse você tomava cuidado pra não sair do regime. Mas tá bom, vou lá moer, fazer o que, né?

 

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